Quando o primeiro Tomb Raider surgiu em meados da década de 1990, ele chamou a atenção do mundo de diversas formas. Além de ser um ótimo jogo de aventura completamente em três dimensões, o título apresentou a personagem que seria uma das figuras mais icônicas do mundo dos games.
Lara Croft, a arqueóloga aventureira cheia de curvas, angariou uma legião de fãs e foi representada nas telas do cinema, quadrinhos e muitos outros formatos diferentes. O seu sucesso continuou por muito tempo, rendendo oito sequências e um remake do primeiro título da série, além de um game paralelo.
Depois de quase 20 anos de história e tantos jogos, a heroína perdeu um pouco do seu apelo. Para superar essa situação, os desenvolvedores decidiram recomeçar do zero. O novo Tomb Raider não é mais um capítulo na série, é uma reinvenção completa da personagem, de todas as suas características e de todo o universo que a cerca.
O reboot da série tem como foco principal a sobrevivência e traz uma Lara Croft jovem e ainda inexperiente, que se vê obrigada a superar inúmeras dificuldades para conseguir vencer os desafios em sua primeira grande aventura. Mas será que, depois de tantas mudanças, Tomb Raider e Lara Croft perderam a sua identidade?
No jogo, a heroína e a tripulação do navio estão em busca de Yamatai, quando uma tempestade faz o navio naufragar. O grupo consegue chegar a uma ilha onde encontra os Solarii, um grupo de fanáticos que passa a perseguir os heróis.

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